Italo, Yago e Pupo caem nas quartas e Brasil fecha etapa de El Salvador do surfe sem pódio

O dia começou com cinco brasileiros nas quartas de final e logo com Yago Dora avançando às quartas ao superar o japonês Connor O’Leary com direito...

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Por Agência Estado

O Brasil encerrou sua participação na etapa de El Salvador do Circuito Mundial nesta sexta-feira, sem briga pelo pódio. Depois de garantir cinco surfistas entre os 16 melhores, viu o líder da temporada, Italo Ferreira, Yago Dora e Miguel Pupo pararem nas quartas de final. João Chianca, o Chumbinho, e Alejo Muniz se despediram ainda nas oitavas.

O dia começou com cinco brasileiros nas quartas de final e logo com Yago Dora avançando às quartas ao superar o japonês Connor O’Leary com direito a aéreo e 13,17 a 8,84 no placar na primeira bateria. Na sequência, João Chianca, o Chumbinho, não conseguiu passar pelo australiano Ethan Ewing, segundo na classificação geral, que se garantiu com 14,76 a 9,33.

Líder da temporada, Italo Ferreira entrou no mar de Punta Roca na bateria cinco diante do perigoso marroquino Ramzl Boukhiam. Mas não se intimidou e com “voos” nas ondas e uma excelente nota 7,33, não teve trabalho para se garantir com 14,26 a 10,76.

A bateria de Alejo Muniz foi um pecado. O brasileiro fez os mesmos 14,33 pontos de Cole Houshmand, mas como o oponente anotou a melhor onda na disputa, um 8,50, acabou avançando às quartas. O último representante brasileiro nas oitavas foi Samuel Pupo. E ele não decepcionou, desbancando o italiano Alan Cleland com 15,33 a 10,83.

As quartas de final começaram novamente com Yago Dora sendo o primeiro representante nacional. Mas, desta vez, o quarto colocado no Circuito Mundial não conseguiu encaixar seus poderosos aéreos e acabou se despedindo com derrota por 12,60 a 11,00 para Matthew McGillivray, da África do Sul.

A seguir foi a vez de Italo Ferreira. Pela frente, mais um sul-africano, Jordy Smith, que largou logo com uma belíssima nota de 8,67 na primeira onda, jogando enorme pressão na grande esperança verde e amarela. O brasileiro não se arriscava para não perder a preferência, mas necessitava de um 6.68 após o rival encaixar um 3,17.

O relógio e a falta da onda perfeita eram rivais a mais para Italo. Sem tentar uma segunda manobra, o dono da lycra amarela ainda viu o sul-africano aumentar a vantagem com um 4,50. Só um 8,01 salvava o brasileiro. Tentou quando restavam pouco mais de oito minutos, mas não conseguiu a finalização, somando somente 4,60. Acabou dando adeus à etapa com 13,90 a 9,77.

A última bateria das quartas teve Miguel Pupo diante de Cole Housmand, que foi logo abrindo 11,50 a 0,67. O norte-americano encaixou duas manobras enquanto o brasileiro fracassou em sua tentativa inicial. Depois, até melhorou, subindo para 5,97. Assim como ocorreu com Italo, contudo, as boas ondas “não apareceram” e o País acabou fechando sua participação nas quartas de final.

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