Família acusa enfermeiro de negligência médica em morte de paciente com câncer

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O pai de Gisele, Antonio Hipólito, manifestou sua indignação nas redes sociais, onde responsabilizou o enfermeiro, a quem classificou como “irresponsável”, pela morte de sua filha.
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Foto: Reprodução/CGN

Por Fábio Wronski

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 família de Gisele Cristina Ipólito Ribeiro, de 41 anos, que faleceu na última quinta-feira (03) em Apucarana, Paraná, atribui a sua morte a uma suposta negligência médica por parte de um enfermeiro do Hospital da Providência. Segundo os parentes, o profissional teria desligado de maneira inadequada o aparelho que administrava a quimioterapia à paciente, o que teria levado à sua morte. Gisele lutava contra um câncer.

O pai de Gisele, Antonio Hipólito, manifestou sua indignação nas redes sociais, onde responsabilizou o enfermeiro, a quem classificou como “irresponsável”, pela morte de sua filha. “Ele desligou a máquina que estava com o remédio de quimioterapia, e o medicamento foi de uma vez [para o corpo de Gisele]”, acusou Antonio em sua publicação.

Em seu desabafo compartilhado no Facebook, Antonio expressou também o desejo de ter uma oportunidade de confrontar o enfermeiro.

O TNOnline, em busca de mais informações sobre o caso, entrou em contato com o Hospital da Providência na manhã desta sexta-feira (04). A assessoria de comunicação do hospital prometeu enviar uma nota oficial nas próximas horas.

Gisele, conhecida carinhosamente por seus familiares e amigos como Gih Cristina, está sendo velada na Capela Mortuária Central de Apucarana. O velório teve início às 07h30 desta sexta-feira e o sepultamento está previsto para as 16 horas no Cemitério Cristo Rei.

As informações são do TN Online.

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