O dinheiro é seu, a generosidade é dele
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Por Redação CGN
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Editorial CGN – Nos últimos anos, o Brasil tem sido palco de um dos maiores ciclos de exploração da sua história recente. O governo não apenas cria crises, mas também mantém a população refém de um sistema de promessas vazias e políticas que escravizam o cidadão em um ciclo de dependência, onde poucos ganham muito e muitos pagam o preço da incompetência e da falta de gestão. E, enquanto isso, o brasileiro sofre nas mãos de “inverdades”, criadas por uma máquina governamental que só pensa em se manter no poder.
O ciclo começa com o sufocamento da economia. O governo aumenta impostos, tarifas e regulação, fazendo tudo o que é necessário para aumentar o custo de vida. Gasolina, energia, alimentos – tudo sobe, enquanto o salário do trabalhador vai cada vez mais para o fundo do poço. O brasileiro se vê, mês após mês, trabalhando cada vez mais para conseguir pagar menos, com uma moeda que perde valor enquanto o governo, paradoxalmente, arrecada mais do que nunca. O dinheiro que sai do bolso do cidadão não volta em benefícios reais para a população.
É aqui que entra a famosa promessa de “justiça social”. O governo se coloca como “salvador”, distribuindo migalhas assistenciais como o Bolsa Família, que serve como válvula de escape para uma população cada vez mais dependente. No entanto, quem realmente paga essa conta não é o governo que distribui esse auxílio como se fosse um favor, mas sim o trabalhador e o empresário, que sustentam o país com seus impostos e com o suor diário. Não é o “Papai Lula” quem mantém o brasileiro no conforto da sua casa com o Bolsa Família. São os que trabalham, os que ainda acreditam no Brasil, os que empreendem e geram empregos. O governo, por sua vez, nada faz sem primeiro se apropriar do dinheiro de quem produz.
O terceiro ato desse ciclo de exploração é a manipulação das narrativas, onde os responsáveis pela crise jogam a culpa em qualquer outro. Empresários, produtores rurais, e até a classe média são chamados de vilões da história, enquanto o governo tenta se passar como o único salvador. O objetivo é simples: desviar a atenção de sua incompetência e culpar quem tenta trabalhar e produzir para manter a economia em funcionamento.
No entanto, a exploração não para por aí. A sequência de invencionices que o governo aplicou contra o Brasil é imensa. Vamos aos fatos:
O “caso” da Previdência do Banco do Brasil, desmantelada. O “caso” da reputação do IBGE, único órgão confiável de pesquisa, agora sob questionamento. O “caso” da Amazônia, onde os incêndios nunca cessam, mesmo após incontáveis promessas de “combate ao desmatamento”.
Lembra do “caso” do DPVAT? O imposto sumiu e, agora, tentaram ressuscitá-lo na surdina. E o “caso” da picanha e da cervejinha, aquela promessa eleitoral embalada em marketing barato que, no final, se revelou uma mentira? O “caso” do café superfaturado, e a resposta debochada para a inflação: “tá caro? Então não compra”. Ora, não era essa a turma que falava de fome durante a campanha?
O Brasil escapou por pouco do “caso” do Pix, que poderia colocar nossa liberdade financeira em risco. Mas não escapamos do “caso” do sistema prisional humanizado, onde criminosos ganham mais direitos que suas vítimas. O “caso” dos Correios, onde servidores lutam por salários, mesmo sem concorrência privada.
E, claro, o “caso” da Petrobras! A gasolina disparou de preço, e agora o governo tenta jogar a culpa nos governadores, enquanto finge que não tem nada a ver com isso. O “caso” do sigilo de 100 anos, já que prometeram transparência, mas continuam escondendo informações quando convém. O “caso” da criminalidade, onde roubar celular para tomar cervejinha virou “falha social”, não crime.
Essa sequência de “casos” deixa claro o verdadeiro objetivo do governo: manter o controle sobre a população, explorar quem ainda tenta produzir, e fazer a população acreditar que depende dele para sobreviver. Mas a verdade é outra.
O famigerado beneficiário do Bolsa Família que se recusa a trabalhar, imaginando que o “Papai Lula” é um benfeitor, precisa entender uma coisa fundamental: quem está sustentando ele não é o “Papai Lula”, mas sim o trabalhador brasileiro que não descansa e o empresário que ainda acredita no Brasil. São essas pessoas que, com seus impostos, financiam o auxílio que mantém muitos à margem da produtividade. A verdade é que o governo não gera riqueza, ele só redistribui a riqueza gerada por quem realmente trabalha e empreende.
O sistema de assistência não pode ser a única saída. O governo, ao invés de promover políticas de inclusão, empregabilidade e desenvolvimento, prefere criar um país refém do assistencialismo, onde a população fica cativa, achando que depende do Estado para sobreviver, quando, na realidade, é o trabalhador e o empresário que sustentam o país.
O Brasil está preso nesse ciclo de exploração, onde as “mentiras” de campanhas se acumulam, e o povo vai pagando a conta. O que está em jogo é o futuro de uma nação inteira. O povo já foi avisado. A questão agora é: até quando vamos permitir que a máquina de exploração continue rodando? Até quando vamos aceitar ser reféns de quem deveria estar nos servindo, e não nos explorando?
É necessário romper esse ciclo. E, para isso, precisamos de um novo Brasil, onde a liberdade, a prosperidade e a responsabilidade não sejam reféns de um governo que explora sua própria população para se manter no poder.