Jogadores fazem campanha nas redes sociais contra gramados sintéticos

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Foto: Reprodução/CGN

Por CGN

A nota reivindica que os jogadores brasileiros sejam mais ouvidos sobre a qualidade dos gramados, assim como ocorrer em ligas no exterior.

No final de 2023, em meio à onda de calor que atingiu o Rio de Janeiro, o Flamengo mediu a temperatura em quatro campos de futebol no Centro de Treinamento (CT) em Vargem Grande, na zona oeste, conhecido como Ninho do Urubu. Na época, os termômetros chegaram a marcar 70 graus Celsius nos campos de grama sintética.

Objetivamente, com tamanho e representatividade que tem o nosso futebol, isso não deveria nem ser uma opção. A solução para um gramado ruim é fazer um gramado bom, simples assim.

Nas ligas mais respeitadas do mundo os jogadores são ouvidos e investimentos são feitos para assegurar a qualidade do gramado nos estádios. Trata-se de oferecer qualidade para quem joga e assiste.

Se o Brasil deseja definitivamente estar inserido como protagonista no mercado do futebol mundial, a primeira medida deveria ser exigir qualidade do piso que os atletas jogam e treinam.

FUTEBOL PROFISSIONAL NÃO SE JOGA EM GRAMADO SINTÉTICO!”

Fonte: Agência Brasil

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