Pimenta diz que Vale tem objetivos convergentes com País: ‘Muita oportunidade de investimento’

O comentário foi feito após o lançamento do programa Novo Carajás, que empacota investimentos da ordem de R$ 70 bilhões na província mineral de Carajás, no...

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Por Agência Estado

O presidente da Vale, Gustavo Pimenta, defendeu nesta sexta-feira, 14, que a mineradora tem objetivos convergentes com o País. “A gente tem muita oportunidade de investimento no País e vê uma agenda muito convergente.”

O comentário foi feito após o lançamento do programa Novo Carajás, que empacota investimentos da ordem de R$ 70 bilhões na província mineral de Carajás, no centro-leste do Pará. Participando do evento, o presidente Lula, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o governador do estado, Helder Barbalho, reivindicaram da Vale projetos que tragam benefícios sociais.

Em discurso, o presidente Lula instou a companhia a retomar sua posição de liderança global. Questionado sobre o tema, Pimenta lembrou que em 2010 a Vale ocupava a segunda posição no mercado global de minério de ferro. “Hoje, estamos em 14º, mas estou otimista de que vamos retomar a posição.”

Por sua vez, Barbalho cobrou da Vale a execução de uma obra ferroviária, um trecho de 480 quilômetros ligando Açailândia (MA) a Bacarena (PA), parte da expansão da Ferrovia Norte-Sul, considerado um eixo estratégico para a logística e o escoamento de cargas na região. “Não temos estudo, no momento.”

O executivo frisou que sua gestão à frente da mineradora, iniciada em 1º de outubro de 2024, está acelerando agendas como a expansão da produção de cobre. O Novo Carajás aponta para ampliação de 32% na produção do metal crítico, essencial para a transição energética. A Vale também produz cobre em ativos no Canadá, que não estão contemplados no anúncio desta sexta-feira.

Em relação a outro metal crítico, o níquel, que a Vale produz no Brasil e no Canadá, o executivo reconheceu que o excesso de oferta vem pressionando as margens. “Mas temos uma matriz muito competitiva”, destacou.

Indagado sobre a possibilidade de retrocessos no movimento global e descarbonização, devido ao retorno de Donald Trump à Casa Branca, o CEO da Vale opinou que a onda de descarbonização já avançou. “Não acho que vamos retrair nesse movimento.”

*A repórter viajou a convite da Vale

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