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Foto: Talita Diniz/PPPR

Horta no Complexo Médico Penal promove sustentabilidade e ocupação para custodiados

A horta, que vem sendo revitalizada e ampliada desde setembro de 2024, conta com a mão de obra de seis pessoas privadas de liberdade (PPL) e...

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Por Diego Cavalcante

Foto: Talita Diniz/PPPR

A Polícia Penal do Paraná mantém, no Complexo Médico Penal (CMP), um projeto de horta cultivado pelos próprios custodiados. A iniciativa tem como objetivo promover a ocupação dos internos, visando a reintegração social, além de contribuir para a produção de alimentos orgânicos.

A horta, que vem sendo revitalizada e ampliada desde setembro de 2024, conta com a mão de obra de seis pessoas privadas de liberdade (PPL) e abastece os refeitórios da unidade.

“Entendemos que o trabalho na horta é muito importante para os internos do Complexo Médico Penal. Nós temos na Penitenciária Central do Estado – Unidade de Progressão (PCE-UP) uma horta e estamos trazendo esse mesmo conceito para a equipe do CMP, para colaborar na reintegração”, disse o diretor do CMP, Renê Fernandes.  Ele também comentou sobre os planos de expansão das plantações e da criação de um canteiro de frutas na unidade. 

O objetivo do projeto é reforçar a importância da ocupação produtiva dentro do sistema prisional, aliando sustentabilidade, segurança alimentar e reintegração social.

As mudas utilizadas são doadas por uma empresa privada, que destina ao CMP plantas que não podem ser comercializadas devido a pequenos defeitos, mas que ainda estão em boas condições para consumo. Além disso, o projeto adota técnicas de compostagem para a produção de adubo orgânico, garantindo a sustentabilidade e a qualidade dos alimentos, que são cultivados sem o uso de agrotóxicos.

As plantações são variadas, desde ervas para chás, temperos como pimenta, cebolinha e manjerona, até chuchu, batata doce, quiabo, abóbora, mandioca, milho, saladas diversas, frutas e entre outros. Também está sendo iniciado o pomar, onde tem pés de laranja, limão, mexerica e maçã, por exemplo.

“Começar a sair da cela para fazer esse trabalho já é um primeiro passo para a reintegração social. Eles adoram cuidar das plantas e nós acompanhamos de perto rigorosamente, para que não tenha evasão”, pontua o chefe de segurança do CMP, Antônio Luiz Alves.

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