
Ratos e baratas em supermercado: Ministério Público inicia inquérito civil
A decisão de abrir o inquérito foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira, 12 de fevereiro. A Prodecon informou que tem como objetivo...
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Por Silmara Santos
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deu início a um inquérito civil para investigar alegações de irregularidades sanitárias em um supermercado local. A investigação, autorizada pelo Ministério Público da União (MPU) e conduzida pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), focará em denúncias de presença de ratos e baratas, armazenamento inadequado de alimentos e descumprimento de normas sanitárias.
A decisão de abrir o inquérito foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira, 12 de fevereiro. A Prodecon informou que tem como objetivo estabelecer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o estabelecimento investigado.
As irregularidades foram inicialmente identificadas em várias unidades do supermercado pela Vigilância Sanitária. Apesar das tentativas de contato, o supermercado ainda não se pronunciou sobre o caso.
Um relato alarmante de uma cliente, que preferiu não se identificar, contribuiu para a instauração do inquérito. A consumidora compartilhou com o Metrópoles que interrompeu suas compras ao se deparar com um rato no corredor de rações. Ela também observou a presença de baratas saindo de buracos no freezer de carnes e na área de pães e bolos.
A presença de ratos e baratas em ambientes que manipulam alimentos é uma grave ameaça à saúde pública. Esses animais são conhecidos transmissores de doenças como leptospirose, salmonelose e gastroenterites, além de poderem causar alergias e problemas respiratórios.
Com informações e imagens de Metrópoles.
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