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Viúva de ex-tesoureiro do PT clama por justiça no caso de assassinato político

Marcelo Arruda foi assassinado em 2022 durante a celebração de seu 50º aniversário em um clube de Foz do Iguaçu, Paraná. A festa tinha como tema...

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Por Silmara Santos

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A viúva de Marcelo Arruda, ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), Pamela Silva, expressou sua esperança de que Jorge José Guaranho, o bolsonarista que assassinou seu marido, seja condenado à pena máxima. Em uma entrevista ao Metrópoles, Pamela disse: “Todas as vezes é aquela sensação de que agora vai. Agora vai, agora a gente vai conseguir, a gente vai conseguir essa justiça”.

Marcelo Arruda foi assassinado em 2022 durante a celebração de seu 50º aniversário em um clube de Foz do Iguaçu, Paraná. A festa tinha como tema o então candidato à presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva. Guaranho, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, invadiu a festa e disparou contra Arruda, que não resistiu aos ferimentos.

A Justiça concedeu prisão domiciliar a Guaranho em setembro de 2024, com monitoramento por tornozeleira eletrônica. O julgamento inicialmente previsto para acontecer em Foz do Iguaçu foi transferido para Curitiba após a defesa de Guaranho abandonar o plenário.

Pamela Silva acredita que a comunidade de Curitiba irá exigir a pena máxima para Guaranho. Ela descreve o vazio deixado pela morte de Marcelo, que deixou quatro filhos, incluindo um bebê de pouco mais de 40 dias. “É você sentar numa mesa de almoço de domingo, um churrasco de domingo e você vê que aquele lugar ali tá vago”, lamenta Pamela.

Em março do ano passado, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, demitiu Guaranho, que era agente da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná. Ele foi desligado da corporação por uso de recurso material da repartição em atividade particular, prática de ato de improbidade administrativa e incontinência pública.

A família de Marcelo Arruda espera que Guaranho seja condenado por homicídio duplamente qualificado, pelo motivo fútil e perigo comum, com o agravante de motivação política do assassinato.

Com informações de Metrópoles.

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