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Crime chocante: jovens são torturadas, assassinadas e escondidas em área de pasto

A primeira suspeita presa, P.F.M., de 19 anos, já era monitorada pela polícia em uma investigação sobre tráfico de drogas. Ela confessou ter visto as vítimas...

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Por Allan Machado

Uma dupla foi presa pela polícia de Tangará da Serra, Mato Grosso, acusada de torturar, assassinar e ocultar os corpos de duas jovens de 18 anos. Os corpos das vítimas, identificadas como Anna Clara Ramos Felipe e Ayla Pereira dos Santos (nome social de Christian Pereira dos Santos), foram encontrados em uma área de pasto no bairro Vila Nazaré. As jovens apresentavam sinais de tortura, incluindo queimaduras pelo corpo e estavam amordaçadas.

A primeira suspeita presa, P.F.M., de 19 anos, já era monitorada pela polícia em uma investigação sobre tráfico de drogas. Ela confessou ter visto as vítimas amarradas dentro de uma casa antes de serem mortas. Após o crime, os corpos foram levados para uma área de pasto, onde foram escondidos. O corpo de Anna Clara foi encontrado em uma moita, com marcas de queimaduras nas costas, enquanto o de Ayla estava em uma cova rasa, também com sinais de tortura.

Durante a busca na casa onde as vítimas foram torturadas, a polícia encontrou uma barra de ferro, que pode ter sido usada nas agressões, além de uma grande quantidade de maconha, pá, picareta e uma escavadeira. Todos os objetos foram apreendidos e serão submetidos à perícia técnica.

Os dois suspeitos foram autuados em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver. As investigações continuam para identificar e prender outros possíveis envolvidos no caso.

O crime chocou a comunidade local e levantou preocupações sobre a violência na região. A polícia segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do caso e garantir que os responsáveis sejam devidamente punidos.

O caso expõe a brutalidade do crime e a necessidade de ações eficazes para combater a violência na região. Enquanto a polícia trabalha para desvendar todos os detalhes, a comunidade aguarda justiça pelas vítimas e suas famílias.

Fonte: Tribuna do Nordeste.

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