Crédito deve crescer 1,2% em novembro e levar expansão anual a 11%, mostra Febraban

As projeções são feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país, que representam, a depender da linha de crédito, de 42% a 88%...

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Por Agência Estado

O saldo total da carteira de crédito deve ter crescido 1,2% em novembro e, com o resultado, o ritmo de expansão anual deve ter passado de 10,8% para 11%, revela a Pesquisa Especial de Crédito da Febraban. O estudo mostra que o ponto alto deve ser do crédito às empresas, que deve ter crescido 1,4% no mês, levando o ritmo de expansão anual a acelerar de 8,9% para 9,6%.

As projeções são feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do país, que representam, a depender da linha de crédito, de 42% a 88% do saldo total do Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com o levantamento, no crédito Pessoa Jurídica, a carteira direcionada deve ter crescido 1,6% no mês passado, novamente impulsionada pelos financiamentos do BNDES e pelos programas públicos, como o Programa Acredita. Já a carteira livre deve ter crescido 1,3% em novembro, liderada pelas modalidades de desconto de recebíveis e antecipação de faturas de cartão, beneficiadas pelas compras de fim de ano e pelas promoções ocorridas na Black Friday.

Por outro lado, o crédito às famílias deve apresentar expansão de 1,1% no mês, mantendo o ritmo de crescimento anual da carteira praticamente estável e em elevado patamar, de 11,9% (ante 12%). A carteira Pessoa Física Livre deve crescer 1,1% em novembro, mostrando novos avanços das linhas de financiamentos de veículos e cartão à vista, que seguem favorecidas pelo aumento do emprego e da renda. Ainda, a carteira Pessoa Física Direcionada deve avançar 1%, sustentada pelo bom desempenho dos financiamentos imobiliários e do crédito rural.

“Os números da pesquisa seguem indicando um bom dinamismo no mercado de crédito, reforçando a expectativa de que o segmento deve encerrar 2024 com um crescimento robusto, em dois dígitos, mesmo diante do aperto monetário mais forte do que o inicialmente antecipado”, destaca Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban.

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