Trump nomeia dois aliados próximos para cargos de inteligência e missões especiais

Grenell serviu como embaixador na Alemanha durante o primeiro governo de Trump, enviado presidencial especial para as negociações de paz na Sérvia e Kosovo, e atuou...

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Por Agência Estado

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou no sábado, 14, mais dois aliados próximos para atuar em seu segundo mandato: Richard Grenell servirá como enviado para missões especiais em política externa e Devin Nunes será chefe do conselho presidencial para monitorar atividades de inteligência dos EUA.

Grenell serviu como embaixador na Alemanha durante o primeiro governo de Trump, enviado presidencial especial para as negociações de paz na Sérvia e Kosovo, e atuou como diretor interino de inteligência nacional. Ele também é um conselheiro de política externa de longa data do republicano.

“Ric trabalhará em alguns dos lugares mais quentes no mundo, incluindo Venezuela e Coreia do Norte”, escreveu Trump, em publicação no Truth Social ao anunciar a nomeação. “Ric lutará pela paz por meio da força e sempre colocará a América em primeiro lugar.”

Grenell, durante o primeiro mandato de Trump, desenvolveu uma reputação por empregar uma abordagem às vezes duvidosa à diplomacia que irritou aliados e o establishment da política externa em Washington. Mas seu estilo foi apreciado pelo presidente eleito, que vê valor em conversas francas com aliados, e ele seguiu como seu conselheiro, participando inclusive de uma reunião entre Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em setembro. Grenell defende um acordo de paz que preserve o território da Ucrânia, mas ainda permita “regiões autônomas” onde a Rússia possa permanecer no controle.

Já Devin Nunes é o atual CEO da Truth Social, a rede social criada por Trump, e foi um dos principais aliados do republicano no Congresso americano durante seu primeiro mandato. Nunes permanecerá como líder e maior investidor da empresa, ao mesmo tempo em que atua para o governo como chefe do conselho consultivo presidencial para monitorar a inteligência dos EUA.

“Devin utilizará sua experiência prévia como líder do Comitê de Inteligência da Câmara e seu papel em expor a Rússia para me prover com avaliações independentes sobre a efetividade das atividades de inteligência americana”, disse Trump.

*Com informações da Associated Press

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