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Homem que assaltou igreja e foi preso em segunda tentativa é condenado pela Justiça

No primeiro crime ele roubou R$ 45; o homem foi condenado sete meses e sete anos de reclusão......

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Por Paulo Eduardo

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A Justiça Estadual de Cascavel proferiu sentença sobre um caso de tentativa de roubo que aconteceu em março deste ano, em uma paróquia da cidade.

Dois casos envolvendo o acusado, Jeziel Tomas de Souza foram relatados no processo. Um pela tentativa de roubo e outro por um assalto que foi consumado e registrado na mesma paróquia.

No primeiro caso, a vítima detalhou em juízo sobre a situação ocorrida:

“O réu chegou na Paróquia dizendo que ele tinha saído da PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel) um dia antes e que precisava de dinheiro para ir para Foz do Iguaçu e que se a depoente não desse o dinheiro ele daria um tiro na cabeça dela, pois ele tinha muitos anos de condenação e para ele não fazia diferença. O réu disse que se a depoente ligasse para a polícia ele voltaria ali e mataria a mulher; a depoente não chegou a ligar para a polícia nessa primeira vez porque achou que o réu iria embora e não voltaria mais ali. Nessa primeira vez, o réu levou R$ 45,00”.

Na segunda ocasião (13 de março de 2020) o acusado foi reconhecido pela vítima, que rapidamente pediu ajuda para homens que trabalhavam em uma obra no local. Os populares detiveram o réu, acionaram a Polícia Militar e o suspeito foi levado à Cadeia Pública, onde permanece preso.

Os assaltos causaram danos psicológicos para a vítima.

“Ficou traumatizada com os assaltos, tanto que teve que ir ao psiquiatra e ao psicólogo e está tomando medicamentos para ansiedade”, cita o documento.

O policial militar que efetuou a prisão do acusado confirmou as informações prestadas pela vítima perante juízo. A justiça entendeu que as declarações da vítima e da testemunha (policial militar) de acusação são harmônicas e coesas, apontando, sem sombra de dúvidas, o acusado como sendo autor dos dois fatos narrados na denúncia.

“A vítima inclusive deu riqueza de detalhes das características do réu, dizendo que ele tinha um olho fundo, arrastava uma perna e tinha tatuagens nos braços. Essas características foram confirmadas pelo policial que prendeu o réu”, disse a juíza Filomar Helena Perosa Carezia.

O processo ainda informa que o acusado tem outras três condenações, sendo duas pelo crime de roubo e uma por extorsão.

Desta forma, Jeziel foi condenado a sete anos e sete meses de reclusão, a qual deverá iniciar o cumprimento em regime fechado.

Cabe recurso da decisão.

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