Galípolo: autonomia do BC não significa fazer o que bem entender; é poder cumprir sua meta

“Autonomia do BC não significa virar as costas para a sociedade ou para o governo democraticamente eleito. Muito pelo contrário: a autonomia quer reforçar isso. A...

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Por Agência Estado

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira que a autonomia do Banco Central (BC) não significa fazer o que bem entender, como bem entender. Segundo ele, significa “poder cumprir sua meta”.

“Autonomia do BC não significa virar as costas para a sociedade ou para o governo democraticamente eleito. Muito pelo contrário: a autonomia quer reforçar isso. A autonomia do BC é para cumprir a sua meta, que foi estabelecida pelo poder democraticamente eleito”, disse Galípolo, em evento na Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo.

O diretor do BC disse que recebeu “uma série de memes ironizando uma divisão entre o presidente do BC, Roberto Campos Neto e eu”.

Segundo Galípolo, “ainda que tenham perspectivas similares, cada diretor vai ter um estilo de comunicação e fala”, mas “isso não provoca disputa entre diretores”. Ele também afirmou que “Campos Neto tem zelo em preservar a institucionalidade do BC”.

O diretor do BC se diz “até mais radical”, exemplificando que, para ele, o BC não deveria votar na meta de inflação no Conselho Monetário Nacional (CMN). “Para mim, é estranho votar na meta que você mesmo vai perseguir.”

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