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Lula chora em discurso improvisado sobre a fome no mundo

Durante seu discurso, Lula compartilhou dados alarmantes sobre a fome, demonstrando emoção. De acordo com um relatório recente da FAO, divulgado hoje, aproximadamente 733 milhões de...

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Por Diego Cavalcante

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Hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), esteve presente na reunião ministerial desta manhã, onde foi aprovada a proposta da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. A iniciativa, liderada pelo Brasil no G20, visa reduzir os índices de insegurança alimentar global.

Durante seu discurso, Lula compartilhou dados alarmantes sobre a fome, demonstrando emoção. De acordo com um relatório recente da FAO, divulgado hoje, aproximadamente 733 milhões de pessoas enfrentaram fome no mundo em 2023.

“Os dados divulgados hoje pela FAO sobre o estado da insegurança alimentar no mundo são estarrecedores. A pobreza extrema aumentou pela primeira vez em décadas. O número de pessoas passando fome ao redor do planeta aumentou em mais de 152 milhões desde 2019”, pontuou o presidente durante a declaração.

Lula também defendeu a taxação dos super-ricos e instou os líderes mundiais a intensificarem seus esforços para combater a extrema pobreza e a insegurança alimentar.

“A fome não é uma coisa natural. A fome é uma coisa que exige decisão política. Nós, governantes, não podemos olhar o tempo inteiro só para quem está próximo de nós. É preciso que a gente consiga fazer uma radiografia e olhar aqueles que estão distantes. Aqueles que não conseguem chegar perto dos palácios, aqueles que não conseguem chegar perto de ministros, aqueles que não conseguem chegar perto de uma escola, que são vítimas de preconceito todo santo dia”, disse Lula, emocionado.

A adesão à aliança global contra a fome será oficialmente lançada em novembro, durante a Cúpula do G20. A partir de hoje, países e instituições financeiras estão convidados a aderir ao programa.

Durante a reunião, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, manifestou seu apoio à iniciativa, enquanto o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Ilan Goldfajn, anunciou que a instituição utilizará o mecanismo de redistribuição dos Direitos Especiais de Saque (SDR) do Fundo Monetário Internacional (FMI) para apoiar o projeto.

Com informações do Metrópoles

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