
Lula critica Israel e não menciona brasileiro morto pelo Hamas
Durante um discurso no estado de São Paulo, Lula enfatizou a necessidade de não se calar “diante de aberrações” e de mostrar apoio às comunidades mais...
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Por Diego Cavalcante
O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reiterou no último sábado (25) sua preocupação com a situação na Faixa de Gaza, instando a comunidade internacional a buscar soluções pacíficas e expressando solidariedade às vítimas civis, especialmente mulheres e crianças palestinas.
Durante um discurso no estado de São Paulo, Lula enfatizou a necessidade de não se calar “diante de aberrações” e de mostrar apoio às comunidades mais vulneráveis afetadas pelo conflito entre Israel e Hamas.
“Quero pedir para vocês uma solidariedade às mulheres e crianças que estão morrendo na Palestina por conta da irresponsabilidade do governo de Israel, que continua matando mulheres e crianças”, afirmou o presidente, retomando uma série de críticas que vinha fazendo ao Estado israelense.
Embora tenha abordado o conflito em Gaza, o presidente não mencionou especificamente a trágica confirmação da morte do brasileiro Michel Nisenbaum, que estava entre os reféns mantidos pelo grupo terrorista.
O presidente, ao participar da inauguração de obras na rodovia Dutra, em Guarulhos, contou com a presença de diversos ministros de seu governo e parlamentares. Em seu pronunciamento, ele destacou a importância da solidariedade em momentos de crise humanitária, pedindo apoio às mulheres e crianças que sofrem as consequências dos ataques na região.
Na sexta-feira (24), o Exército de Israel anunciou a recuperação dos corpos de mais três reféns, incluindo o de Michel Nisenbaum, que estava em Gaza desde os ataques do Hamas em outubro de 2023. A notícia encerrou meses de angústia para a família de Nisenbaum, que ainda mantinha esperanças de seu retorno.
A crise diplomática entre Brasil e Israel tem sido marcada por tensões, mas Lula enfatizou a importância do diálogo e da cooperação internacional para resolver conflitos e promover a paz mundial.
Lula vinha sendo criticado pela comunidade judaica, pelas críticas às ações de Israel e uma alegada condescendência com o Hamas.
Com informações do Estado de Minas
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