
Mulher acorda seminua em calçada de BH e denuncia estupro após aceitar ajuda de desconhecidos
Segundo o registro policial, a vítima pediu informações a um grupo de desconhecidos ao chegar nos arredores do estádio. Eles ofereceram ajuda, mas em determinado momento,...
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Por Diego Cavalcante
A Polícia Civil de Minas Gerais está investigando uma denúncia de estupro contra uma mulher de 55 anos em Belo Horizonte. A mulher registrou um boletim de ocorrência relatando o crime, ocorrido no último fim de semana, quando ela se dirigia ao Samba Prime, evento de samba e pagode no Mineirão, na região da Pampulha.
Segundo o registro policial, a vítima pediu informações a um grupo de desconhecidos ao chegar nos arredores do estádio. Eles ofereceram ajuda, mas em determinado momento, a mulher perdeu a consciência. Ela só recobrou os sentidos na madrugada de domingo (19), encontrando-se seminua em uma calçada e apresentando sinais de estupro.
A filha da vítima relatou que sua mãe foi sozinha ao estádio, onde encontraria um casal de amigos. Próxima ao Mineirão, a vítima solicitou informações a três homens e uma mulher que estavam juntos. Eles se ofereceram para acompanhá-la até a entrada do evento.
Em certo momento, a mulher do grupo perguntou se a vítima queria beber algo e se ofereceu para comprar uma cerveja. Após pegar a bebida, voltou e encheu o copo da vítima.
“Minha mãe falou que alguns minutos depois que ela bebeu começou a ver tudo embaçado, girando e foi perdendo a força e a consciência. Depois ela só se lembra de acordar em um lugar estranho”, contou a filha.
Sinais de estupro e o trauma
A filha relata que a mãe estava muito confusa ao acordar na madrugada de domingo (19), sentindo dores nas partes íntimas, e com seus pertences espalhados pela rua.
A vítima então chamou um carro por aplicativo, foi para casa e contatou a Polícia Militar. Os agentes foram até a residência, registraram a ocorrência e a levaram para o Hospital Municipal de Contagem.
O boletim de ocorrência indica que a equipe médica atendeu a vítima conforme os protocolos hospitalares, coletando amostras para análise clínica e prescrevendo medicação.
“A gente como família quer justiça, queremos que isso seja divulgado e que esses criminosos sejam encontrados. Está doendo muito, porque não é fácil. Dói muito”, diz a filha. “Minha mãe está com trauma, muito medo e a gente como família é a mesma coisa. Temos medo de deixar ela sair sozinha, de ir a um lugar sozinha. Fica uma insegurança”
Com informações do Bhaz
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