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Contadores e entidades se unem para buscar solução ao fechamento da Junta Comercial

A desativação do escritório foi decidido após decisão do Tribunal de Contas......

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Por Ricardo Oliveira

Preocupado com o iminente fechamento do escritório local da Junta Comercial do Paraná (Jucepar), o vereador Mazutti (PSC) reuniu nesta quinta-feira (21), entidades representativas dos contabilistas e dos empresários de Cascavel. O encontro será às 9h no Plenário, aberto ao público dentro das limitações de distanciamento, e debaterá saídas para tentar evitar a desativação da Jucepar.

Estiveram presentes o presidente da Câmara, Alécio Espínola, o vereador Josué de Souza, representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, membros do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (Sescap), Sindicato dos Contabilistas de Cascavel e Região (Sincovel), Conselho Regional de Contabilidade (CRC), e Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic), contadores e empresários.

Entenda o caso

Segundo comunicado da Acic, em cuja sede hoje funciona a Jucepar, a desativação do escritório se deve a uma decisão do Tribunal de Contas do Estado de que “não será mais possível às entidades empresariais privadas receber repasses que permitam manter o funcionamento do escritório em suas estruturas físicas”.

A Acic acrescenta no seu informe que outro fator envolvido é o uso de sistemas tecnológicos que incluem o atendimento online, pois no entendimento da Casa Civil do Paraná e do Tribunal de Contas os processos já poderiam ser todos digitais. “O problema é que o atendimento online não dá conta de situações mais complicadas, como cisões, fusões e transformações de empresas”, alerta o vereador Mazutti. “Nesses casos, precisamos de um atendimento mais técnico, mais qualificado, e com o fechamento da unidade da Jucepar, essas situações terão que ser resolvidas em Curitiba, gerando mais custos e dificuldades”, afirma ele.

Propostas

Na reunião, foram apresentadas algumas propostas para resolver, pelo menos temporariamente, o problema. A prefeitura pode ceder espaço físico, água e luz e manter um funcionário que faça a relatoria dos processos, no entanto, não pode criar novas despesas com funcionários em razão da decisão do Tribunal de Contas. Outra solução apresentada por contadores é que o serviço de assessoramento seja pago por todos os contadores, através de pequenas taxas cobradas pelos processos.

Assessoria

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