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Após ser resgatada pelo IAT, maria-faceira está em recuperação no CAFS de Guarapuava.Foto: IAT/Pitanga

Técnicos do IAT resgatam ave de grande porte com a asa ferida em Pitanga

A espécie Syrigma sibilatrix, popularmente conhecida como maria-faceira ou garça-flauta-do-sol, é uma ave de grande porte que integra o grupo de animais da ordem Pelecaniformes. Habita......

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Por CGN

Após ser resgatada pelo IAT, maria-faceira está em recuperação no CAFS de Guarapuava.Foto: IAT/Pitanga

Técnicos do Instituto Água e Terra (IAT) do núcleo regional de Pitanga, no Centro do Paraná, foram acionados nesta terça-feira (5) para resgatar uma maria-faceira (Syrigma sibilatrix) encontrada com a asa ferida na zona rural do município. Os agentes encaminharam a ave ao Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS), que funciona na clínica veterinária da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), em Guarapuava, entidade parceria do órgão ambiental. O pássaro já recebeu os primeiros socorros e permanecerá em tratamento até estar em condições de retornar à natureza.

A espécie Syrigma sibilatrix, popularmente conhecida como maria-faceira ou garça-flauta-do-sol, é uma ave de grande porte que integra o grupo de animais da ordem Pelecaniformes. Habita áreas abertas, principalmente nas margens de lagoas e açudes, e procura construir ninhos em árvores altas. Se alimenta principalmente de peixes, além de artrópodes (como gafanhotos e aranhas) e pequenos sapos e cobras. Seu dorso corporal é cinza-claro, com plumagens amareladas no pescoço, e possui uma mancha azul-violeta na ponta do bico róseo.

ESTRUTURA – O Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS) é um local preparado para receber, identificar, marcar, triar, avaliar, e estabelecer tratamento veterinário para animais acolhidos por órgão ambiental em ações de fiscalização, resgates ou entrega voluntária por particulares. A permanência dos animais depende do tempo necessário para sua recuperação. O destino pode ser a soltura no habitat natural ou, quando é um risco devolvê-los à natureza, são encaminhados a criadouros habilitados pelo IAT, ou mantenedores individuais, igualmente habilitados.

São quatro unidades do Estado, resultado de parcerias do órgão ambiental com o Centro Universitário Filadélfia (Unifil), de Londrina; Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), de Guarapuava; Centro Universitário de Cascavel (Univel) e Unicesumar, de Maringá.

COMO AJUDAR – Ao avistar animais machucados ou vítimas de maus-tratos, tráfico ilegal ou cativeiro irregular, o cidadão deve entrar em contato com a Ouvidoria do Instituto Água e Terra ou da Polícia Militar do Paraná.

Se preferir, a pessoa pode ligar para o Disque Denúncia 181 e informar de forma objetiva e precisa a localização e o que aconteceu com o animal. Quanto mais detalhes sobre a ocorrência, melhor será a apuração dos fatos e mais rapidamente as equipes conseguem fazer o atendimento.

Fonte: AEN

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