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Imagem referente a Enfermeiro embriagado bate o carro e alega que ‘mulher invisível’ estava ao volante
Imagem Ilustrativa / Pixabay

Enfermeiro embriagado bate o carro e alega que ‘mulher invisível’ estava ao volante

Segundo o enfermeiro, ele estava retornando de uma festa de casamento onde havia consumido álcool, quando o acidente ocorreu, causando pequenos danos à estrutura. Ele tentou...

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Por Redação CGN

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Imagem Ilustrativa / Pixabay

Em um estranho caso de embriaguez ao volante, um enfermeiro de 42 anos, preso na madrugada de ontem, alegou em seu depoimento à polícia que a verdadeira motorista era sua esposa, que misteriosamente desapareceu após o veículo colidir contra o muro de uma casa. O incidente ocorreu no cruzamento das ruas Arrebol e do Seminário, no Bairro São Francisco, em Campo Grande (MS).

Segundo o enfermeiro, ele estava retornando de uma festa de casamento onde havia consumido álcool, quando o acidente ocorreu, causando pequenos danos à estrutura. Ele tentou ligar o carro após a colisão, mas foi interrompido pela chegada dos militares que solicitaram que ele fizesse o teste do bafômetro. O teste acusou positivo para embriaguez, com 0,67 miligramas de álcool por litro de ar expelido.

O boletim de ocorrência relata que o enfermeiro estava dirigindo um Fiat Uno quando colidiu com o muro. A polícia verificou que o motorista estava visivelmente embriagado, foi dada voz de prisão, mas ele resistiu e foi algemado. Ele foi levado para a Depac/Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde a fiança foi fixada em R$ 2 mil. No entanto, até a manhã de hoje, a fiança ainda não havia sido paga e ele continuava detido.

O detido tem um histórico de problemas. Ele é funcionário público da Prefeitura de Campo Grande desde 2011 e tem contra si acusações de homicídio culposo no trânsito e porte ilegal de arma de fogo, além de suspeita de agressão a uma criança em um posto de saúde. Ele já esteve envolvido em pelo menos outros dois acidentes de trânsito, um dos quais resultou na morte de um motociclista em 2020. Além disso, ele é suspeito de agredir uma criança de 9 anos que estava sob seus cuidados em um posto de saúde no ano passado.

Há um mês, ele foi destituído do cargo de conselheiro tutelar das regiões Anhanduizinho e Bandeira, em Campo Grande. Ele assumiu o cargo e atuou por oito dias, até que uma decisão judicial determinou sua remoção. Já havia um pedido de impugnação antes das eleições, devido à suspeita de agressão.

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