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Foto: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação

Mulheres argentinas denunciam estupro em boate de Bombinhas

As vítimas, que buscaram auxílio na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade, narraram um cenário alarmante de cárcere privado e estupro. Segundo elas, foram atraídas...

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Por Redação CGN

Foto: Prefeitura de Bombinhas/Divulgação

Bombinhas, SC – A Vigilância Sanitária Municipal de Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, interditou nesta sexta-feira (26) uma boate local após sérias denúncias de estupro e cárcere privado, além de violações sanitárias. O caso ganhou notoriedade após duas mulheres argentinas relatarem às autoridades que foram vítimas de crimes hediondos no estabelecimento.

As vítimas, que buscaram auxílio na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade, narraram um cenário alarmante de cárcere privado e estupro. Segundo elas, foram atraídas sob a promessa de trabalho e posteriormente coagidas e abusadas. Após o atendimento médico inicial, as mulheres foram encaminhadas ao Instituto Médico Legal de Balneário Camboriú para exames de corpo de delito.

A Polícia Civil, que já havia iniciado uma investigação na segunda-feira (22), intensificou suas diligências após os depoimentos. Imagens de câmeras de segurança e o celular do suspeito foram apreendidos. Até o momento, o caso não é tratado como tráfico de pessoas, e uma das vítimas optou por retornar à Argentina com apoio da Assistência Social de Bombinhas, enquanto a outra permanecerá no Brasil.

Paralelamente, a inspeção da Vigilância Sanitária revelou condições precárias no estabelecimento, incluindo alimentos mal acondicionados e vencidos, levando à sua interdição imediata. O órgão declarou que a boate não possui as mínimas condições sanitárias para funcionar.

A defesa do proprietário da boate, representada pela advogada Bruna dos Anjos, destacou a importância do processo legal e da presunção de inocência. A advogada enfatizou que o caso ainda está em fase investigativa e que outras evidências além dos depoimentos das vítimas são necessárias para formular uma acusação concreta.

O caso continua sob investigação, com a polícia aguardando a conclusão de laudos periciais e outras diligências, reafirmando o compromisso das autoridades em esclarecer os fatos e garantir a justiça.

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