Santos contrata Willian Bigode e continua montagem de elenco experiente para a Série B

O novo reforço reafirma a predileção do departamento de futebol do Santos por montar um elenco experiente para a disputa da segunda divisão. Até agora, o...

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Por Agência Estado

O Santos anunciou nesta quinta-feira que acertou a contratação do atacante Willian Bigode para a disputa da próxima temporada, na qual o principal objetivo santista será deixar a Série B do Brasileirão depois do primeiro rebaixamento de sua história. O jogador de 37 anos estava no Athletico-PR, emprestado pelo Fluminense. De acordo com o anúncio feito pelo clube alvinegro, “o acordo será formalizado após realização dos exames médicos no início de 2024”.

O novo reforço reafirma a predileção do departamento de futebol do Santos por montar um elenco experiente para a disputa da segunda divisão. Até agora, o único contratado com menos de 30 anos é o lateral-esquerdo Jorge, 27, emprestado pelo Palmeiras. Os outros anunciados foram o zagueiro Gil e o meia Giuliano, de 36 e 33 anos, respectivamente, dupla que não teve o contrato renovado pelo Corinthians, e o lateral-direito Aderlan, 33, ex-Red Bull Brangantino.

Integrante de uma das fases mais vitoriosas da história do Palmeiras, Willian Bigode venceu um Brasileirão, duas Libertadores e uma Copa do Brasil enquanto vestia a camisa alviverde, entre 2017 e 2021. Antes disso, já havia conquistado três brasileiros, por Corinthians (2011) e Cruzeiro (2013 e 2014). Pelo time corintiano, participou também da campanha da conquista da Libertadores de 2012, ano em que foi vendido ao Metalist, da Ucrânia.

O atacante, que também já passou por Guarani e Figueirense, deixou o Palmeiras em 2022 para defender o Fluminense, mas perdeu espaço em 2023 e foi emprestado ao Athletico-PR. Neste ano, contudo, foi mais lembrado por uma polêmica fora de campo do que pelo futebol. Em março, virou alvo de um processo movido por Gustavo Scarpa e Mayke, seus ex-companheiros de Palmeiras, aos quais indicou investimentos em criptomoedas por meio da operadora XLand, sob a promessa de uma rentabilidade de 2% a 5% sobre o valor investido.

Os dois tentaram resgatar a rentabilidade, mas não tiveram sucesso após seguidas negativas e adiamentos. Mais tarde, tentaram romper o contrato, mas também não conseguiram. Os investimentos estariam assegurados em pedras de Alexandrita. Após seguidos contatos com os sócios da XLand, Scarpa e Mayke procuraram seus advogados e registraram um boletim de ocorrência. Desde então, o processo corre na Justiça paulista, ainda sem decisões proferidas sobre culpabilidade dos réus. Scarpa chegou a pedir que 30% do salário de Willian no Athletico-PR fosse bloqueado, mas não teve o pedido acatado.

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