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Conforme delegado, até aulas de zumba foram pagas com desvio de verbas e fraudes em licitação

Duas empresas de Cascavel foram algo do procedimento realizado nesta manhã ...

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Por Fábio Wronski

Na manhã desta terça-feira (29), os delegados da Divisão Estadual de Combate a Corrupção de Foz do Iguaçu e Cascavel, Lucas Américo Magro e Rogerson Luiz Ribas Salgado, concederam entrevista coletiva sobre a operação “ELLIPSIS”.

No procedimento foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, oito mandados de busca e apreensão e cinco mandados de proibição de contratar com a Administração Pública.

A ação é desdobramento de trabalhos investigativos em curso no Núcleo de Foz do Iguaçu, iniciados pela Operação RETROCASE, por meio do qual se desvelou a existência de organização criminosa estabelecida para fraudar licitações de peças de reposição de maquinários pesados de prefeituras de diversos municípios do Paraná, envolvendo servidores públicos e, inclusive, agentes políticos.

Conforme o delegado Lucas, neste procedimento foram apreendidos aparelhos celulares e documentos nestas empresas, duas em Cascavel, que devem corroborar a participação nas fraudes.

Empresas que não preenchiam os requisitos licitatórios eram aprovadas pelos funcionário municipal e venciam lotes entregando produtos alterados e de menor valor.

Além disto, crimes de peculato foram flagrados nas investigações e o desvio de verbas públicas chegou a pagar aulas de zumba para os envolvidos nas fraudes, como especificou o delegado.

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