
Polícia Civil conclui que motorista que atropelou e matou Silvana da Silva Hoffman agiu com dolo eventual
O veículo era conduzido por uma jovem de 19 anos de idade que estava acompanhada de um rapaz. Ela se apresentou na Delegacia no dia 26...
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A Polícia Civil concluiu o inquérito policial referente a morte de Silvana da Silva Hoffman que foi atropelada por uma caminhonete Ranger na frente de uma residência localizada na Rua Dois, entre as Ruas Goiás e Amazonas na madrugada do dia 23 de julho.
O veículo era conduzido por uma jovem de 19 anos de idade que estava acompanhada de um rapaz. Ela se apresentou na Delegacia no dia 26 de julho e, durante depoimento, disse não se lembrar do que aconteceu.
Diante disso, o doutor Pedro, Delegado do Setor de Trânsito, concedeu uma entrevista coletiva para tratar sobre o assunto. Segundo ele, após a oitiva de todas as testemunhas e analisar os laudos periciais, as autoridades concluíram que o fato se tratou de um homicídio com dolo eventual em razão das atitudes tomadas pela jovem após o acidente.
Diante disso, o inquérito deverá ser encaminhado ao Ministério Público, que deverá apresentar a denúncia contra a motorista, para posterior encaminhamento do caso ao Tribunal do Júri.
Ainda de acordo com o Delegado, a jovem afirmou em depoimento que antes dos fatos, participou de uma festa em que teria ingerido bebida alcoólica e que durante a confraternização na casa da vítima, também teria consumido álcool.
Ela assumiu o risco de praticar o crime, pois estava fora das suas condições psíquicas em razão da ingestão de álcool.
Doutor Pedro – Delegado
Sobre os acontecimentos na casa de Silvana, ele disse que não houve nenhum tipo de briga ou discussão, sendo que a jovem teria sido bem tratada e saiu sorrindo da residência após agradecer pela recepção dos familiares da vítima.
Quanto ao rapaz que acompanhava a motorista na Ranger, o Delegado afirmou que ele não teve participação no crime, pois apenas ocupava o banco do carona no momento dos fatos, de modo que foi ouvido pela Polícia Civil como informante. Ademais, uma testemunha teria, inclusive, visto que ele puxou o volante para a direção oposta à calçada, evitando, deste modo, que maiores danos fossem causados.
Apesar destas constatações, a Polícia não deverá pedir a prisão da jovem, visto que ela já se apresentou perante às autoridades e possui residência fixa.
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