IPC-S sobe 0,07% em julho, após queda de 0,10% em junho, afirma FGV

O resultado ficou abaixo da mediana das estimativas colhidas na pesquisa do Projeções Broadcast, que apontava para uma alta de 0,09% para o indicador no mês....

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Por Agência Estado

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta de 0,07% julho, após registrar deflação de 0,10% no encerramento de junho. Na terceira quadrissemana de julho, o índice havia registrado alta de 0,10%. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 1, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em 12 meses, o indicador acumulou variação positiva de 3,53% no fechamento de julho, ante 3,56% na terceira quadrissemana e 2,22% em junho.

O resultado ficou abaixo da mediana das estimativas colhidas na pesquisa do Projeções Broadcast, que apontava para uma alta de 0,09% para o indicador no mês. O intervalo ia de 0,06% a 0,24%.

Entre as oito classes de despesas que compõem o indicador, cinco registraram decréscimo na passagem da terceira para a quarta quadrissemana do mês, com destaque para o grupo Habitação (-0,74% para -1,06%), puxado por tarifa de eletricidade residencial (-3,20% para -4,64%).

Também houve decréscimo em Alimentação (-0,18% para -0,36%), Vestuário (-0,11% para -0,33%), Comunicação (0,10% para 0,04%) e Despesas Diversas (0,49% para 0,48%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (2,32% para 0,13%), roupas femininas (-0,34% para -0,68%), mensalidade para TV por assinatura (0,41% para 0,22%) e conserto de bicicleta (-0,57% para -0,89%).

Em contrapartida, a FGV registrou aceleração em Transportes (0,76% para 1,07%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,09% para 0,25%) e Educação, Leitura e Recreação (1,24% para 1,33%), puxados, respectivamente, por automóvel novo (-1,24% para 0,69%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,57% para -0,04%) e jornal (0,00% para 2,27%).

Influências

As principais pressões de baixa sobre o IPC-S do fechamento de julho, além da tarifa de eletricidade residencial, vieram de tarifa de ônibus urbano (-1,79% para -2,78%); condomínio residencial (-0,59% para -0,82%); frango em pedaços (-3,14% para -3,77%) e leite tipo longa vida (-2,78% para -2,54%).

Em contrapartida, as maiores influências positivas vieram de gasolina (3,84% para 4,08%); passagem aérea (5,99% para 6,20%); plano e seguro de saúde (0,53% para 0,62%); automóvel novo (-1,24% para 0,69%) e serviços bancários (0,63% para 0,63%).

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