
Mulher faz compra online e recebe vibrador ao invés de iPhones 13 Pro Max
De acordo com o boletim policial, a mulher adquiriu os dois iPhones através de pagamentos via Pix, sendo um no valor de R$ 200 e o...
Publicado em
Por Diego Cavalcante
Uma mulher de 32 anos acionou as autoridades policiais após uma experiência desastrosa ao comprar dois iPhones 13 Pro Max. O caso, que ocorreu em Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais, chocou a vítima.
De acordo com o boletim policial, a mulher adquiriu os dois iPhones através de pagamentos via Pix, sendo um no valor de R$ 200 e o outro de R$ 1.500. A ideia era completar o pagamento restante em 12 parcelas de R$ 725 através de boleto bancário. Todo o processo de compra foi conduzido através de trocas de mensagens no WhatsApp, conforme relatado pela vítima.
A situação ganhou contornos ainda mais perturbadores na segunda-feira (24), quando a loja enviou um pacote pelos Correios contendo a encomenda. Para seu choque, ao abrir a caixa, a mulher deparou-se com um aparelho vibrador no lugar dos esperados smartphones.
Indignada, ela entrou em contato com uma vendedora da loja para relatar o ocorrido. No entanto, para sua surpresa, a profissional a teria ameaçado com um processo. A loja, por sua vez, afirmou que os produtos escolhidos foram entregues corretamente.
Diante dos fatos, a Polícia Civil registrou o caso como estelionato e orientou a vítima a reunir e apresentar elementos de prova, como documentos e mensagens, para investigar e solucionar o incidente de forma adequada. Esse tipo de situação revela a importância de se manter vigilante ao realizar compras online e tomar medidas para garantir a segurança nas transações comerciais.
Nota da Polícia Civil na íntegra
“A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a ocorrência de estelionato foi registrada ontem (25/7) pela vítima, uma mulher de 32 anos, em Sete Lagoas. A PCMG esclarece que esse tipo de crime é de ação penal pública condicionada à representação da vítima, conforme determinação legal, para a instauração de inquérito policial. Portanto, a PCMG orienta que a vítima procure uma delegacia mais próxima da residência para propor e formalizar a devida representação. Nesses casos, é importante que a vítima também reúna e apresente todos os possíveis elementos de prova, como documentos, troca de mensagens para colaborar com o trabalho.”
Fonte: Bhaz
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