Bolsas da Europa fecham perto da estabilidade, com balanços e mineradoras em foco

Em Londres, o FTSE 100, subiu 0,20% a 7.693,74 pontos, enquanto o índice DAX, em Frankfurt, fechou em alta de 0,07%, a 16.204,30 pontos. O CAC...

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Por Agência Estado

Os mercados acionários europeus fecharam próximos da estabilidade nesta terça-feira, 25, acumulando pequenos ganhos como reação aos balanços corporativos locais e às promessas da China de novos estímulos para a demanda. Os ganhos, porém, foram limitados pela desaceleração acima do esperado do índice alemão Ifo e pela cautela dos investidores com a perspectiva de aperto monetário pelo Banco Central Europeu (BCE) na quinta-feira (27).

Em Londres, o FTSE 100, subiu 0,20% a 7.693,74 pontos, enquanto o índice DAX, em Frankfurt, fechou em alta de 0,07%, a 16.204,30 pontos. O CAC 40, em Paris, cedeu 0,20%, a 7.413,35 pontos, e o FTSE MIB, em Milão, fechou em alta de 0,20%, a 28.966,41 pontos. Já em Madri, o índice Ibex 35 caiu 0,39%, a 9.509,20 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 subiu 0,09%, a 6.195,64 pontos. As cotações são preliminares.

Em destaque, resultados trimestrais acima do consenso de analistas fizeram os papéis da multinacional anglo-holandesa Unilever subirem 4,88% na bolsa de Londres. Em Frankfurt, as ações da Adidas escalavam 7,1%. Segundo o analista da Baader Helvea, Volker Bosse, a queda nas vendas foi “menos pior” do que o mercado esperava e a empresa teve lucro quando se esperava perdas.

Na segunda-feira, 24, o Politburo, principal órgão decisório da China, prometeu lançar uma série de medidas para ajudar a economia, com incentivos às vendas de imóveis e outros setores em dificuldades. A promessa de estímulos apoiou os preços de metais, o que levou as ações da Antofagasta a subirem 6,79% na bolsa de Londres, os papéis da mineradora Anglo American a crescerem 5,25% e os da Rio Tinto a uma alta de 4,44%. O subíndice de mineração do Stoxx 600 teve alta de 4,24%.

Na Alemanha, o índice de sentimento das empresas, elaborado pelo instituto Ifo, apontou para uma queda mais acentuada do que o esperado, em retração pelo terceiro mês consecutivo, e reforça a expectativa de recessão na zona do euro, afirmou o Commerzbank. “Este é mais um dos indicadores que aponta para uma forte desaceleração em toda a Europa”, disse o banco, em comentário. *Com informações da Dow Jones Newswires.

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