Havan afirma que é “hipermercado” e entra na justiça para reabrir em Cascavel
Empresa afirma que por vender chocolates, itens de higiene e de construção teria direito a funcionar......
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Por Mariana Lioto
A loja de departamentos Havan apresentou na justiça um pedido para reabrir as lojas de Cascavel, alegando que é um “hipermercado” e que estes estão autorizados a funcionar. A ação é contra o prefeito e contra a prefeitura de Cascavel.
“A IMPETRANTE neste caso, é um HIPERMERCADO, comercializando produtos alimentícios e chocolates, de higiene pessoal, de proteção pessoal e materiais de construção, autorizados pelo governo Estadual a funcionarem, com comercialização de produtos que são considerados essenciais, não havendo qualquer razão para que sejam arbitrariamente fechados os estabelecimentos”, diz o pedido.
A empresa relatou que todos os cuidados de segurança estão sendo tomados e que a decisão da prefeitura seria “abusiva e ilegal”, pois prejudicaria o abastecimento da população.
“Na hipótese em análise, o interesse público, a que visaram assegurar os atos do Poder Executivo Estadual e municipal é garantido não com a suspensão das atividades das lojas da IMPETRANTE, mas, muito ao contrário, com o seu franco funcionamento, exatamente por serem focadas no comércio de proximidade, a fim de garantir a dignidade humana e o direito à alimentação da população”.
O juiz pediu que a empresa complemente o pedido com novos documentos antes de decidir. A prefeitura ainda não foi intimada a se manifestar.
Ontem a Havan relatou que suspendeu o contrato de 11 mil dos 22 mil funcionários. Em Cascavel na loja do centro há 9 funcionários trabalhando e 117 com o contrato suspenso. Na loja da Avenida Tancredo Neves são 9 funcionários trabalhando e 121 com contrato suspenso, segundo a assessoria da empresa.
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