Homem denunciado pelo MPPR por violência doméstica contra a ex-companheira em Cantagalo tem a licença de vigilante suspensa pelo Judiciário

Na denúncia, formulada pelo Ministério Público por meio da Promotoria de Justiça de Cantagalo, são apontados diversos fatos que teriam sido praticados pelo requerido contra a......

Publicado em

Por CGN 1

Em Cantagalo, no Centro Sul do estado, após requerimento do Ministério Público do Paraná, o Judiciário determinou liminarmente que um homem denunciado por vários crimes praticados em contexto de violência doméstica tenha sua licença funcional suspensa. Ele é vigilante e, por conta do trabalho, tem licença para portar arma de fogo – o MPPR destacou essa questão na denúncia, visto o histórico do requerido, e o Juízo Criminal da Comarca, ao receber a ação penal, já deliberou pela suspensão da licença de vigilante e comunicação oficial da empresa com a qual o réu mantém contrato.

Na denúncia, formulada pelo Ministério Público por meio da Promotoria de Justiça de Cantagalo, são apontados diversos fatos que teriam sido praticados pelo requerido contra a ex-companheira e outras pessoas. O MPPR sustenta que o agressor incorreu nos crimes de lesão corporal qualificada (por violência doméstica), ameaça (contra a ex, o filho dela e outras duas pessoas que tentaram auxiliar a vítima), violência psicológica, perigo à vida de outrem e desobediência de ordem legal (quando policiais militares tentaram contê-lo por conta de agressão contra a vítima, levando inclusive à sua prisão em flagrante).

Antecedentes – Ao determinar a suspensão da licença, o Juízo destaca na liminar, deferida nesta sexta-feira, 7 de julho, que “após uma análise minuciosa dos antecedentes criminais do denunciado, verifica-se que […] possui diversos registros criminais, os quais incluem condenações transitadas em julgado nos autos n. 0001116-39.2020.8.16.0060 e nos autos n. 0001077-08.2021.8.16.0060. Além disso, ressalta-se que ele se encontra em cumprimento de pena no sistema unificado SEEU n. 4000044-75.2022.8.16.0060, por delitos de mesma natureza dos crimes praticados nos presentes autos, com incidência na Lei Maria da Penha. Logo, considerando as reiteradas condutas violentas praticadas por ele, mesmo após advertências orais proferidas por esta magistrada quanto às consequências relacionadas ao cargo de vigilante”.

Processo nº 0000939-70.2023.8.16.0060

[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: MPPR

Notícias Relacionadas:

Tribunal do Júri de Fazenda Rio Grande condena a penas de mais de 44 anos dupla denunciada pelo Ministério Público do Paraná por dois homicídios qualificados
Em Palmital, MPPR oferece denúncia criminal e pede o afastamento das funções de escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas ao longo de 15 anos
Homem é condenado a 36 anos por feminicídio em São Mateus do Sul
Clínicas são alvo do Gaeco por suposta fraude em cursos para faturar com atendimento a crianças com TEA
Pai espanca bebê de 3 meses porque ele chorava e pega 22 anos de cadeia
Ministério Público aciona Município de Curitiba para que regularize a situação de Unidade de Acolhimento Institucional para adolescentes do sexo feminino
Tribunal do Júri condena a 16 anos e 7 meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por homicídio praticado em frente a bicicletaria em Curitiba
Em Loanda, homem denunciado pelo MPPR por estupro de vulnerável praticado de forma reiterada por 19 anos contra duas netas é condenado a 83 anos de prisão
Tribunal do Júri de Reserva condena homem denunciado pelo MPPR a 14 anos e 6 meses de reclusão por crime cometido em via pública na véspera de Natal
MPPR denuncia pelo crime de estupro homem que abordou mulher em via pública e a arrastou para matagal no bairro Pinheirinho no dia 19 de abril
Tribunal do Júri de Toledo condena a 19 anos e 6 meses de prisão jovem que matou outro com 19 tiros em pista de corrida de automóveis
Gaeco deflagra a Operação Rede Interposta, com cumprimento de mandados contra organização criminosa voltada ao tráfico de drogas em Paranaguá
Integrantes de organização criminosa denunciados pelo MPPR em Paranaguá são condenados por tráfico de drogas e outros crimes
Atendendo a pedido do MPPR, Tribunal de Justiça aumenta pena de homem condenado em Paranaguá por estupro de vulnerável de oito para 20 anos de prisão
Atendendo a pedido do MPPR, 6ª Câmara Criminal do TJPR aumenta pena de homem condenado por estupro de vulnerável de oito para 20 anos de prisão
Em Paranaguá, Ministério Público do Paraná denuncia padre por crime de violação sexual mediante fraude durante atendimento religioso na Ilha dos Valadares
Em Paranaguá, Ministério Público do Paraná denuncia padre por crime de violação sexual mediante fraude durante atendimento religioso à vítima
Em Paranaguá, Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”
Em Paranaguá, o Gaeco deflagra a Operação Estanque, que investiga a atuação de grupo organizado envolvido em furtos de cargas na modalidade “vazada”
Gaeco deflagra a Operação Chimera e cumpre mandados em apuração sobre possíveis crimes de peculato e fraudes a licitações do Município de Altônia
Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X