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Foto: Diego Cavalcante

Jovem revela que era estuprada desde os 7 anos e engravidou do pai

Uma sobrinha da vítima acompanhou o registro da ocorrência, por conta da deficiência intelectual da tia, que será chamada pela reportagem de “Maria”, a fim de...

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Por Diego Cavalcante

Foto: Diego Cavalcante

A Polícia Civil investiga denúncia de estupro contra uma jovem, de 26 anos, com deficiência intelectual, em Campo Grande. Os abusos ocorrem desde que a vítima tinha 7 anos de idade. Em decorrência dos estupros, ela engravidou do suspeito, o próprio pai, hoje com 66 anos. O caso foi registrado nesta quinta-feira (15).

Uma sobrinha da vítima acompanhou o registro da ocorrência, por conta da deficiência intelectual da tia, que será chamada pela reportagem de “Maria”, a fim de não identificar os envolvidos no caso. A sobrinha afirmou que uma amiga de Maria contou sobre o crime e ao questionar a tia, ela confirmou os abusos.

Conforme o boletim de ocorrência, a irmã (por parte de mãe) de Maria – mãe da sobrinha e enteada do autor – também foi estuprada, motivo pelo qual saiu de casa cedo, aos 16 anos, e se casou. Dessa forma, ao tomar conhecimento dos abusos da mãe e os da tia, que ainda continuavam, a jovem decidiu procurar a polícia.

O relato descreve que o estupro acontece desde que Maria tinha 7 anos, pois dormia na cama dos pais. Ela também era estuprada quando a mãe saía para ir à igreja ou mercado. Até hoje, ela sofre abusos do pai e, segundo o boletim de ocorrência, a mãe nunca desconfiou.

Quando tinha aproximadamente 18 anos, Maria engravidou. Pressionada a dizer quem seria o pai do bebê, indicou um homem, mas o exame de DNA deu negativo. Após isso, outros dois testes com homens diferentes foram feitos, mas todos deram negativo. Foi então que Maria acabou confessando que a filha, de 7 anos, é do autor.

Inclusive, a sobrinha revelou na delegacia que a criança dorme junto com os avós (inclusive o autor), podendo estar sofrendo os mesmos abusos que a mãe. O caso foi registrado como estupro e estupro de vulnerável, na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) de Campo Grande.

Fonte: Campo Grande News

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