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Médico é denunciado por importunação sexual em UPA

Segundo a acusação, o crime teria ocorrido no dia 10 de maio dentro da UPA de Adrianópolis. De acordo com relatos, o médico teria agarrado a...

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Por Redação CGN

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Um grave episódio de importunação sexual chocou a cidade de Adrianópolis, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O Ministério Público do Paraná (MP-PR) apresentou uma denúncia contra o médico de 55 anos, por supostamente importunar sexualmente uma funcionária de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local. A denúncia foi feita pela Promotoria de Justiça de Bocaiúva do Sul, também na RMC.

Segundo a acusação, o crime teria ocorrido no dia 10 de maio dentro da UPA de Adrianópolis. De acordo com relatos, o médico teria agarrado a vítima, uma jovem de apenas 23 anos, e tentado beijá-la à força. O médico nega as acusações.

O crime de importunação sexual, descrito no artigo 215-A do Código Penal, tem uma pena prevista de até cinco anos de reclusão. Além de solicitar que o caso seja comunicado aos Conselhos Regionais de Medicina do Paraná e de Santa Catarina para investigação de possíveis infrações éticas, a Promotoria de Justiça também requisitou a manutenção das medidas já solicitadas, como o afastamento do médico de suas atividades e a proibição de contato com a vítima, sob ameaça de prisão.

Apesar de ter sido preso em flagrante, o médico foi libertado na última sexta-feira (12) mediante liberdade provisória com medidas cautelares. Surpreendentemente, segundo a polícia civil o médico possui um histórico criminal alarmante. Sua soltura, apenas dois dias após a detenção, tem gerado indignação na comunidade.

A Prefeitura de Adrianópolis divulgou uma nota informando que a Secretaria de Saúde foi responsável por acionar a Polícia Militar (PM) imediatamente após o incidente. Além disso, destacaram que o médico não faz parte do quadro de colaboradores municipais, tendo sido contratado por uma empresa terceirizada. A administração municipal solicitou o desligamento do médico após o ocorrido. A gravidade do caso reforça a importância de um posicionamento enérgico das autoridades para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos.

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