Advogada é presa em Joaçaba (SC) a partir de nova fase da Operação Colete, deflagrada pelo Gaeco de Francisco Beltrão para coibir organização criminosa

As investigações da Operação Colete apuram a possível prática dos crimes de associação criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de drogas e ingresso de aparelho celular......

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Por CGN 1

No Sudoeste do estado, o Núcleo de Francisco Beltrão do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou nesta terça-feira, 16 de maio, mais uma fase da Operação Colete, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva. Os mandados foram cumpridos em Francisco Beltrão, tendo como alvos dois endereços residenciais de uma advogada e o seu escritório.

As investigações da Operação Colete apuram a possível prática dos crimes de associação criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de drogas e ingresso de aparelho celular em estabelecimento prisional, supostamente cometidos por policiais penais, detentos e a advogada alvo da ordem de prisão – cumprida na noite de segunda-feira, 15 de maio, por unidade operacional da Polícia Rodoviária Federal em um trecho da BR-282 no município de Joaçaba (SC).

Na sexta-feira, 12 de maio, um policial penal que estava sendo investigado e acompanhado pelo Gaeco foi preso em flagrante pelo Departamento de Polícia Penal do Estado do Paraná (Deppen) ao tentar ingressar com objetos ilícitos na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão. Foram apreendidos com ele, entre outros objetos, 53 gramas de cocaína, 752 gramas maconha, 455 gramas de fumo, 977 micropontos de uma substância entorpecente não identificada, nove celulares e diversos acessórios para celulares.

A prisão do agente penal possibilitou a coleta de elementos que indicariam que a advogada teria oferecido valores ao policial para que ele introduzisse os objetos e as drogas na penitenciária, o que gerou o mandado de prisão cumprido pela PRF.

As investigações contaram com o auxílio do Deppen, e os mandados de busca e apreensão foram cumpridos com o acompanhamento de representante da Comissão de Defesa das Prerrogativas Profissionais da Subseção de Francisco Beltrão da Ordem dos Advogados do Brasil. Também auxiliaram na operação a Polícia Militar e a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil.

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Fonte: MPPR

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