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Covid-19: Contrato emergencial garante 30 leitos no HUOP

Segundo Rafael Muniz de Oliveira, o Estado vai pagar R$ 300/dia por leito de enfermaria e R$ 800/dia por leito de UTI...

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Por Luiz Oliveira

O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, esteve na tarde desta sexta-feira (27) no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) onde junto com o diretor-geral da unidade hospitalar, Rafael Muniz de Oliveira e o chefe da 10ª Regional de Saúde, João Avancini, participou da assinatura do contrato emergencial que irá destinar 10 leitos de UTI e outros 20 para a enfermaria da Ala Covid-19, criada para tratar especificamente de pacientes com suspeita de coronavírus.

O hospital recebeu 10 respiradores e mais 10 monitores multiparâmetros, que são kit básico para leitos de Unidade de Tratamento Intensivo. A Ala Covid-19 está funcionando no espaço construído para abrigar a Ala de Queimados. “Esta é uma ação bastante rápida do Governo do Estado que garante os equipamentos e leitos para Cascavel. Está bastante complicado conseguir estes equipamentos, mas o governo agiu rápido. O secretário Beto Preto  elaborou um plano de contingência para o Paraná que prevê no final das ampliações, até 399 leitos nessa modalidade inicial, mas os leitos serão implantados à medida que a doença avançar, porque temos que atender onde os equipamentos serão  mais demandados e se faz necessário. A rede privada foi rastreada e sabemos hoje, onde tem respiradores, onde pode ter e onde , se precisar, a gente vai levar”, disse Avancini.

O prefeito Paranhos afirmou que esta medida faz parte do segundo objetivo traçado pelo município no enfrentamento ao coronavírus.“O primeiro deles diz respeito  a salvar o maior número possível de pessoas, de vidas, o segundo é trabalharmos todos juntos, todos os esforços concentrados, no sentido de não deixar colapsar a estrutura de atendimento. O que é isso? É encontrar a crise não tendo demanda de leitos suficientes. Nesse momento todas as instâncias tornam-se uma , uma só rede de atendimento para garantir atendimento em caso de necessidade”.

Paranhos observou ainda que é preciso manter os cuidados e estar atento. “Temos que entender que se estamos fazendo isso é porque corremos o risco de ter um colapso, o que vai nos orientar e trazer à realidade é o nosso comportamento pessoal. Continuemos com sistema de higienização, proteção, não fazer aglomerações. Para o isolamento dentro de casa temos que definir um padrão. Isolar-se neste momento é um gesto de amor, e de respeito e, é isto que temos que fazer”.

Segundo Rafael Muniz de Oliveira, o Estado vai pagar R$ 300/dia por leito de enfermaria e R$ 800/dia por leito de UTI.

As informações são da Secretaria de Comunicação da Prefeitura.

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