Índice de estoques da FecomercioSP sobe 0,8% em março

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequados passou de 55,7% para 56,3% entre fevereiro e março. ...

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Por Agência Estado

O Índice de Adequação do Estoques (IE) do comércio paulistano subiu 0,8% na margem, em março, após queda de 2,4% em fevereiro, informou a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na comparação com igual mês de 2022, houve queda de 4,8%. Com o resultado, o IE foi a 112,7 pontos.

A proporção de empresários consultados que consideram a situação dos seus estoques adequados passou de 55,7% para 56,3% entre fevereiro e março.

Entre os que consideram ter estoques inadequados, a FecomercioSP apurou avanço entre os que acreditam ter estoques além do adequado (28,2% para 29,7%), e queda entre os que acreditam ter estoques aquém (15,7% para 14,0%).

Porte

O IE subiu 0,8% tanto entre as empresas de pequeno porte, como também entre as de grande porte. Na amostra analisada pela FecomercioSP, 56,2% das pequenas empresas consideravam ter estoques adequados, ante 55,6% em fevereiro. Nas de grande porte, a proporção avançou de 58,9% para 59,3%.

Nas pequenas empresas, a proporção dos empresários que consideravam ter mais estoques acima do adequado subiu de 28,3% para 29,8%. Já a proporção dos empresários que consideravam ter estoques abaixo retraiu de 15,7% para 13,9%. Nas grandes, a percepção de estoques acima subiu de 24,4% para 25,3% e a percepção de estoques abaixo passou de 16,7% para 15,4%.

Setor

Nas aberturas por setores, tiveram avanço empresas de bens semi duráveis (0,1%), duráveis (0,7%) e não duráveis (1,5%).

Entre as companhias de bens semi duráveis, 44,0% dos empresários consideram ter estoques adequados (ante 43,6%), enquanto 29,3% consideram ter estoques além do adequado (ante 24,4%) e 26,7% aquém do adequado (ante 31,2%).

Nos bens duráveis, a percepção de adequação abrangeu 61,5% dos empresários (ante 61,1%). Os que consideram estoques acima do ideal foram 25,9% (ante 26,6%) e abaixo, 12,3% (ante 12,1%).

Entre as empresas de bens não duráveis, 59,2% viam a situação como adequada (ante 58,3%) e 34,3% acima do nível adequado (ante 32,8%). O patamar dos que viam os estoques abaixo do adequado baixou a 6,5% (ante 8,9%).

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