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Conversa sobre proteção às mulheres vítimas de violência é realizada em Foz

Durante a apresentação, a delegada destacou a constante luta das mulheres para ocuparem locais de destaque, enfrentando o machismo e outros graves problemas, como a violência...

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Por Silmara Santos

Pacientes do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) participaram nesta quarta-feira (15) de uma roda de conversa sobre a conquista de direitos e redes de proteção à mulher vítima de violência. O encontro foi coordenado pela delegada titular da Delegacia da Mulher, Giovana Antonucci.

Durante a apresentação, a delegada destacou a constante luta das mulheres para ocuparem locais de destaque, enfrentando o machismo e outros graves problemas, como a violência de gênero.

“Há poucos anos as mulheres ainda eram proibidas de votar e até mesmo praticar esportes. Conquistamos muito durante as últimas décadas, porém, ainda sofremos com a violência, e isso precisa ser combatido por meio de denúncias e apoio de uma rede de segurança”, afirmou a delegada.

Trabalho de proteção

Segundo Eliete dos Santos, assistente social do CAPS AD, apesar de o encontro fazer parte das ações especiais para o Dia Internacional da Mulher, o tema já é tratado com frequência nos grupos de famílias que se reúnem semanalmente.

“A maior parte das pessoas em acompanhamento no CAPS é formada por homens, então semanalmente nos reunimos com pessoas que pertencem à rede de apoio deles, principalmente mulheres – sejam as mães, irmãs ou companheiras. Fornecemos todas as informações sobre para que elas sintam-se seguras em denunciar possíveis situações de violência que, muitas vezes, são potencializadas pelo uso de álcool e drogas”, explicou.

Ela ainda detalha que a instituição atua em parceria com outros polos, como Centro Referência em Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM).

“Sabemos que muitas ainda sentem medo ao denunciar. Então garantimos um atendimento individual, orientando de forma segura quais são os serviços que elas podem procurar”, completou.

“Fizemos questão de incluir os homens neste bate-papo para que eles entendam que não há mais espaço para qualquer tipo de atitude violenta ou prática machista contra as mulheres. Isso precisa ser trabalhado cada vez mais em todas as camadas da sociedade”, finalizou Luis Almeida, gerente do CAPS AD.

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