
Eleições 2020: Serei o candidato da direita, diz Berté
Ex-vereador que colocar sua experiência política a serviço de Cascavel......
Publicado em
Por Mariana Lioto
Juarez Luiz Berté foi vereador por dois mandatos, durante quatro anos presidiu o Legislativo de Cascavel, ocupou as secretarias de Esporte e de Meio Ambiente, além de presidir a Cohavel, mas diz não ser um político profissional. “Estou militando na política há muito tempo e tive uma frustração nessa última administração (do prefeito Paranhos)”, diz.
A frustração a qual Berté se refer está relacionada à sua passagem pelo governo Paranhos quando ele respondeu pela pasta do Meio Ambiente durante um ano e três meses, até ser demitido por conta do caso da troca de tubos da ponte do Ecopark Morumbi. Berté recusou assinar os documentos após a empresa responsável pela obra trocar tubos de metais por concreto, o que trouxe prejuízos aos cofres públicos.
“Eu notifiquei a empresa e até fui mandado embora por conta disso, porque exigi que a empresa cumprisse o que tinha licitado, mas não fico triste por isso. O aspecto que tem ser levado em conta pela população é que fui mandado embora por fazer a coisa certa”, diz.
O pré-candidato , que também preside o DEM em Cascavel, diz estar conversando com outras legendas, mas afirma que a questão partidária não é o que lhe preocupa, mas fazer uma administração voltada para coisas direitas. “Eu serei o candidato da direita aqui em Cascavel. Já fiz reunião com grupos de direita que tem essa mesma interpretação de que precisamos de um novo rumo nesse país”, afirma.
Berté declara que não fará seu projeto de governo em cima da ponte que o retirou do governo Paranhos, mas diz que a população precisa saber o que de fato aconteceu. “Eu preferi ser demitido a assinar uma coisa ilegal, uma coisa que não era justa e que trouxe prejuízo para Cascavel”, declara.
Segundo o pré-candidato, ações de desperdício de dinheiro público ele pretende implantar, caso seja eleito em outubro do ano que vem. “Hoje a gente tem muito desperdício”, avalia.
Governo Paranhos
O ex-secretário não poupa críticas ao governo Paranhos que, segundo ele, começou embalado a “100 por hora” e agora está a “20 por hora”. Ele critica contratações, principalmente de alugueis. O ex-vereiador cita como exemplo um edital publicado recentemente para contratar um imóvel por R$ 15 mil para abrigar o Instituto de Planejamento de Cascavel (IPC). “Não estou discutindo a localização do prédio, mas em minha opinião não precisaria”, observa. Segundo ele, bem próximo ao prédio da prefeitura, em frente à Câmara, há um imóvel de 150 metros que custa R$ 4 mil. “Eu não acredito que são necessários dois pavimentos para o IPC”.
Ele também critica a saúde pública, um dos motes de campanha do governo Paranhos. “Foi vendido que faria uma administração diferente e na verdade foram falsas promessas, prometerem aquilo que não conseguem cumprir, por isso vamos oferecer uma nova proposta para que a população possa fazer sua avaliação de nomes novos para prefeito”, diz.
Apoios
O pré-candidato diz que tem conversado com lideranças em busca de apoio para a sua candidatura. Segundo ele, o DEM já tem uma chapa formada de homens e mulheres que pretendem concorrer às 21 cadeiras do Legislativo. “Vamos fazer um plano de governo ouvindo os segmentos da sociedade. Tem que ser feito dessa maneira”, ressalta.
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