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Vacinação contra gripe começa 2ª e usará tendas

A vacinação ocorrerá nas 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital paulista, além de conjuntos habitacionais, escolas municipais das zonas leste e sul, asilos e...

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Por Agência Estado

Com início nesta segunda-feira (23), a campanha de vacinação contra a gripe na cidade de São Paulo terá a presença de médicos nos postos de aplicação. Segundo o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, a medida também funcionará como uma espécie de “triagem” para identificar possíveis casos suspeitos do novo coronavírus. A primeira fase da campanha é voltada para idosos e profissionais de saúde.

A vacinação ocorrerá nas 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital paulista, além de conjuntos habitacionais, escolas municipais das zonas leste e sul, asilos e casas de acolhimento de idosos. Segundo Aparecido, pessoas acamadas poderão receber a equipe da Saúde em casa. Em todo o Estado, estão previstos outros 600 postos de vacinação.

Além disso, a aplicação será realizada preferencialmente nas áreas externas da UBSs, nas quais serão instaladas tendas. O objetivo é diminuir a circulação de pessoas dentro da unidades e, também, dar preferência para ambientes mais ventilados e com menos aglomeração, para evitar a propagação da covid-19. “A orientação é que se vá até a unidade (para tomar a vacina) e (em seguida) volte para casa”, enfatizou.

Divisão. Acelerada pela pandemia, a campanha de vacinação contará com 2 mil estudantes do 5.º ano da área de Saúde, que foram convocados a participar das equipes. A vacinação é uma das formas de facilitar o diagnóstico dos casos suspeitos do novo coronavírus, pois a gripe e a covid-19 têm sintomas semelhantes. Apesar disso, a doença não é uma gripe e se assemelha a uma pneumonia.

Nessa primeira etapa, serão vacinados idosos e trabalhadores da área da saúde.A segunda fase, a partir de 16 de abril, está voltada para doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança e salvamento. Uma terceira, a partir de 9 de maio (dia “D” mobilização nacional), incluirá crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (que está até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, além da população privada de liberdade.

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