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Vice-presidente da República e ministros condenam ataques em Brasília

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que as ações de ontem (8) foram “um crime anunciado contra a democracia, contra a vontade das urnas......

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Por CGN

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que as ações de ontem (8) foram “um crime anunciado contra a democracia, contra a vontade das urnas e por outros interesses”. Dino responsabilizou o governo do Distrito Federal e disse que o governo federal seguirá com operações cabíveis para o restabelecimento da ordem pública.

Ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta disse ter certeza de que a maioria do povo brasileiro quer união e paz para que o país siga em frente, e que os atos de ontem são a manifestação de uma “minoria golpista”.

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, classificou os atos como “insanos e terroristas” e responsabilizou o ex-presidente Jair Bolsonaro por incentivar essa situação.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que os atos devem receber forte condenação por parte da sociedade e serem punidos com o rigor da lei, enquanto Camilo Santana, titular da Educação, disse que a “constante ameaça” à democracia brasileira não pode mais ser tolerada.

Para o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, as pessoas envolvidas nos atos e seus financiadores devem ser identificados e exemplarmente responsabilizados. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse que os responsáveis pelos ataques de ontem são “criminosos, terroristas, vândalos que nos envergonham”.

Também houve condenações por parte dos ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; de Minas e Energia, Alexandre Silveira; do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira; e da Secretaria-Geral da Presidência, Marcio Macedo.

Outros ministros que repudiaram os ataques foram Anielle Franco (da Igualdade Racial), Sonia Guajajara (dos Povos Indígenas), Ana Moser (do Esporte), Renan Filho (dos Transportes), Márcio França (dos Portos e Aeroportos), Juscelino Filho (das Comunicações), Wellington Dias (do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), Carlos Fávaro (da Agricultura e Pecuária) e André de Paula (da Pesca e Aquicultura).

Fonte: Agência Brasil

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