Bolsas da Ásia fecham em queda, após recuo em NY e com reabertura da China

O índice Xangai Composto teve queda de 0,26%, a 3.087,40 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,95%, a 1.974,33 pontos. Exceção nesta quarta, o...

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Por Agência Estado

A maioria das bolsas asiáticas fecharam em queda nesta quarta-feira, 28, seguindo o movimento majoritário de baixa em Nova York na terça-feira e acompanhando a abrupta reabertura da economia da China, que embora seja vista como algo positivo, deve mostrar dificuldades à medida que os casos locais de covid-19 disparam.

O índice Xangai Composto teve queda de 0,26%, a 3.087,40 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,95%, a 1.974,33 pontos. Exceção nesta quarta, o Hang Seng, de Hong Kong, fechou com ganhos de 1,56%, a 19.898,91 pontos, após a bolsa local ficar fechada nas duas primeiras sessões da semana por feriado pós-natal.

Em Tóquio, o Nikkei teve queda de 0,41%, a 26.340,50 pontos, e o sul-coreano Kospi teve forte baixa de 2,24%, a 2.280,45 pontos. Os mercados na Coreia do Sul sofreram diante de uma onda vendedora, um dia após o pagamento de dividendos pelas companhias listadas.

Embora o movimento desta quarta tenha sido puxada por Nova York, o foco dos mercados continua na China e na sua reabertura econômica acelerada, que tem provocado, ao mesmo tempo, otimismo e cautela. “Os investidores estão entusiasmados com a reabertura da economia da China. No entanto, há muitos relatórios que sugerem que os casos de covid-19 estão aumentando, o que realmente ameaça a cadeia de suprimentos”, avalia o analista Naeem Aslam, da Avatrade, em um comentário.

Entre as medidas mais recentes em evidência, o governo chinês decidiu retomar a emissão de passaportes para turismo em voos do exterior a partir de 8 de janeiro, o que deve “beneficiar inicialmente os setores de viagens e hotelaria”, e depois “levará a um aumento na mobilidade dos residentes no país”, de acordo com o ING.

A retomada da atividade em 2023, porém, não deve ser tão simples, diz o banco holandês. O ING projeta “recessões moderadas” na Europa e nos EUA em meados do ano que vem, o que reduzirá a demanda externa para a China e enfraquecer a recuperação da atividade. Com isso, o governo chinês deve adotar estímulos fiscais, prevê.

Entre outros mercados, o índice taiwanês Taiex fechou em baixa de 1,08%, a 14.173,10 pontos, e o australiano S&P/ASX 200 teve queda de 0,30%, a 7.086,40 pontos – também após ficar as últimas duas sessões sem operar.

*Com informações de Dow Jones Newswires e Associated Press

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