FGV: IPC-S arrefece a 0,44% na 3ª quadrissemana de dezembro (0,59% na 2ª prévia)

Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. O destaque partiu do grupo Transportes (0,63% para 0,24%), com...

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Por Agência Estado

O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) arrefeceu a 0,44% na terceira quadrissemana de dezembro, ante alta de 0,59% na segunda leitura do mês. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 23, pela Fundação Getulio Vargas. O indicador acumula alta de 4,37% em 12 meses, menor que o avanço de 4,53% na segunda leitura de dezembro.

Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. O destaque partiu do grupo Transportes (0,63% para 0,24%), com influência do item gasolina (1,10% para -0,09%).

Alimentação (1,22% para 0,98%), Despesas Diversas (0,67% para 0,09%), Habitação (0,49% para 0,40%) e Vestuário (0,87% para 0,72%) também registraram decréscimo em suas taxas de variação. Nessas classes, os itens de maior peso foram hortaliças e legumes (11,86% para 8,90%), serviços bancários (1,09% para 0,00%), tarifa de eletricidade residencial (1,62% para 1,19%) e roupas masculinas (1,56% para 0,90%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos Comunicação (0,32% para 0,50%), Educação, Leitura e Recreação (-0,42% para -0,29%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,45% para 0,48%) registraram avanço, com influência dos itens tarifa de telefone móvel (0,07% para 0,40%), passagem aérea (-2,18% para -1,74%) e medicamentos em geral (0,10% para 0,22%), respectivamente.

Influências individuais

Passagem aérea (-2,18% para -1,74%), leite tipo longa vida (-5,59% para -5,47%) e perfume (-0,75% para -1,84%) foram os itens que mais exerceram pressão de alta na terceira quadrissemana de dezembro, seguidos por manga (-12,90% para -12,68%) e limão (-9,14% para -19,96%).

Na direção contrária, cebola (29,10% para 20,74%), tomate (20,31% para 16,90%) e plano e seguro de saúde, que se manteve estável em 1,13% entre a segunda e a terceira quadrissemana, foram os itens que mais exerceram pressão de alta, seguidos por tarifa de eletricidade residencial (1,62% para 1,19%) e refeições em bares e restaurantes (0,64% para 0,68%).

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