No Santos, Mendoza se diz mais maduro e promete entregar mais do que velocidade

“Minhas características vocês conhecem: velocidade, raça, intensidade, inteligência. Muita gente fala que eu só sei correr, mas tenho certeza que sou um cara inteligente dentro de...

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Por Agência Estado

Conhecido pelas disparadas em campo e pelo apelido de “Speedy Mendoza”, o colombiano Stiven Mendoza promete entregar muito mais do que velocidade no Santos, onde foi apresentado oficialmente nesta quinta-feira. Diante dos jornalistas, no CT Rei Pelé, o atacante disse estar mais maduro para auxiliar a equipe também com sua experiência e inteligência em campo.

“Minhas características vocês conhecem: velocidade, raça, intensidade, inteligência. Muita gente fala que eu só sei correr, mas tenho certeza que sou um cara inteligente dentro de campo”, disse o reforço santista, já à vontade no novo clube. “A recepção dos meus companheiros foi muito boa, a melhor possível, está todo mundo se doando ao máximo para iniciarmos bem a temporada.”

Ao acertar com o Santos, Mendoza voltará a jogar no futebol paulista, onde já teve esta experiência, pelo Corinthians. O colombiano, contudo, admite que tinha pouca experiência no profissional quando desembarcou no rival, em 2015.

“Evoluí como pessoa e como jogador. Quando cheguei ao Corinthians, eu era muito novo e tinha muito o que aprender. Foi o que aconteceu de lá para cá. Hoje chego com mais maturidade, conhecendo mais o Paulistão e o Brasileirão. Estou adaptado ao futebol brasileiro e ao futebol paulista, que é a primeira competição que temos pela frente”, projetou.

Depois de estrear no futebol brasileiro, com a camisa do Corinthians, Mendoza vestiu as camisas do Bahia e do Ceará, pelo qual disputou a temporada passada, uma das melhores da sua carreira. Foram 20 gols em 53 partidas. No Santos, ele se colocou à disposição do técnico Odair Hellmann para atuar mais avançado, centralizado ou pelas pontas.

“A minha preferência é sempre jogar. Jogo mais pela esquerda, mas a minha preferência mesmo é jogar. Se for uma necessidade tática, eu vou fazer (mais centralizado). Tem vários jogadores que podem fazer a posição, eu sou um deles. Se for jogar de 9 ou de falso 9, eu vou jogar. Trabalho bem, me esforço o máximo nos treinos, a preferência sempre é jogar. A decisão é do treinador.”

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