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Eles não querem mais apito

Ao justificar as alegorias e fantasias esplendorosas que criava para as escolas de samba, o carnavalesco Joãozinho Trinta cunhou...

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Ao justificar as alegorias e fantasias esplendorosas que criava para as escolas de samba, o carnavalesco Joãozinho Trinta cunhou a citação que ficou para a história: "O povo gosta de luxo. Quem gosta de miséria é intelectual".

Aplica-se o mesmo sentido para a ação das ONGs que defendem (com propósitos suspeitos) a permanência das tribos indígenas em seu habitat natural: quem gosta da vida na selva (mas só de vez em quando) são seus militantes; já os índios, se puderem escolher, preferem o conforto de uma boa casa, com água encanada, luz, TV e ar condicionado.

Tanto é que uma comitiva de representantes de duas organizações indígenas de Roraima esteve nesta segunda-feira (5) com o presidente Jair Bolsonaro para reivindicar apoio para produção agrícola, projetos de geração de renda, recuperação de estradas, uma universidade e a regularização da mineração nas áreas em que vivem.

Ou seja, eles se negam a continuar vivendo, em pleno século 21, apenas da caça e da pesca e querem se integrar à economia do estado.

Índio não é bobo.

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