• Maycon Corazza
  • UOL

14 Julho 2017 | 13h17min

O laudo, do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo, ficou pronto na quinta-feira, 13. Os restos mortais, que permaneciam no IML de Ribeirão Preto aguardando o resultado do DNA, foram liberados à família e serão sepultados nesta sexta-feira, 14.

As circunstâncias do assassinato chocaram a cidade de 34 mil habitantes, na região de Ribeirão Preto. A Polícia Civil e o Ministério Público acusam a mãe do rapaz, a gerente de supermercado Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 33 anos, de ter tramado a morte do filho por não aceitar sua condição de homossexual. Ela contou com a ajuda de outros três jovens para o crime, executado na noite de 29 de dezembro, e do marido, padrasto do rapaz, para esconder o corpo.

Itaberlly foi atraído para a casa da mãe e morto com facadas no pescoço. Tatiana foi ajudada por Victor Roberto da Silva, de 19 anos, Miller da Silva Barissa, de 18, e por uma garota de 16.

De acordo com a investigação, os dois rapazes espancaram e tentaram enforcar Itaberlly, mas, como ele resistia, a própria mãe o esfaqueou. Tatiana e o marido, o tratorista Alex Canteli Pereira, de 30 anos, levaram o corpo até o canavial e atearam fogo.

Seis dias antes de ser assassinado, o rapaz postou em rede social que a mãe o havia espancado por ser homossexual. No texto recuperado pela polícia ele escreve: "Lembrando que essa mulher que eu chamava de mãe me espancou e colocou uma renca de mlk (moleques) atrás de mim para me bater, me pôs para fora de casa e me deu uma pisa (surra), sabe por quê? Porque eu sou gay".

O casal e os dois rapazes estão presos. A garota está sob custódia, já que a polícia acredita que ela também tenha participado do assassinato. O processo segue em segredo de Justiça por envolver menores, e a próxima audiência está marcada para o dia 2 de agosto.

O Ministério Público acusa a mãe de homofobia e quer levar os acusados a júri popular, sustentando a tese de homicídio duplamente qualificado. A defesa do casal atribui o crime aos dois jovens que foram chamados por ela apenas para dar um "corretivo" no filho.

Já segundo o defensor desses acusados, eles apontam a mãe como executora do assassinato. A página de Itaberlly no Facebook foi convertida em memorial, com mensagens de luto e pedidos de justiça.

O texto é do UOL.

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Comentários (5 comentários)

  • Eu Mesma
    16
    2
    5 meses atrás às 14:04h
    Isso não é mãe...Tem q queimar esse demônio viva!
  • mara
    10
    3
    5 meses atrás às 15:15h
    Meu deus que tamanha a ignorancia dessa mae.se e que pode chamar de mae.por nao aceitar .seu proprio filho morro e nao vejo tudo que absurdo
  • Guilherme
    4
    0
    4 meses atrás às 04:38h
    Vagabunda Isso não é mãe e sim um monstro deve apodrecer na cadeia
  • Angelita
    2
    4
    4 meses atrás às 09:02h
    Olha o nome que deu para o rapaz com esse nome ela queria o que e depois isso vem da criação de como vc cria seu filho
    • eu mesmo
      1
      0
      4 meses atrás às 23:07h
      Claro que o filho que morreu queimado pela propria mãe já a perdoou la na outra vida, absurdo as maes acharem que são as unicas certas
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